LUIZ FERNANDO LOPES

Possui graduação em Medicina pela Universidade de Taubaté (1982), mestrado (1994) e doutorado (2001) em Ciências Médicas pela Universidade Estadual de Campinas, Livre-Docência (2011) pelo Departamento de Pediatria da Universidade de São Paulo, é orientador do Curso de Pós-Graduação em Oncologia da Fundação Pio XII, Barretos, diretor cientifico do Hospital de Câncer Infanto Juvenil de Barretos. É consultor científico do Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (FAPESP). Coordena o Grupo Cooperativo Brasileiro de Tumores de Células Germinativas (GCB-TCG) em pediatria . Diretor Medico Associado do programa St Jude Global, braço do St Judes Research Hospital, Memphis, TN, USA. A poiador do programa de Cancer Infantil nos paises da Africa de lingua portuguesa, como parte do programa Global da Organização Mundial da Saude em parceria com St Jude Global.
Confira a agenda de atividades
14 DE MAIO | QUARTA-FEIRA
Sala 1
14:30-16:00
CURSO 1: VIRGÍLIO CARVALHO PINTO - DIAGNÓSTICO PRECOCE
MASSAS ABDOMINAIS E TUMORES DE CÉLULAS GERMINATIVAS NA INFÂNCIA: PISTAS CLÍNICAS PARA UM DIAGNÓSTICO PRECISO
Neuroblastoma, Nefroblastoma e Mais: Padrões Clínicos e Diagnóstico Diferencial
Do Exame Clínico ao Diagnóstico: Como Identificar Tumores de Células Germinativas em Crianças?
Discussão de Casos Clínicos
Caso 1: Lactente com massa abdominal palpável – diagnóstico diferencial entre neuroblastoma e nefroblastoma
Caso 2: Adolescente com dor pélvica e massa anexial – abordagem oncológica
MASSAS ABDOMINAIS E TUMORES DE CÉLULAS GERMINATIVAS NA INFÂNCIA: PISTAS CLÍNICAS PARA UM DIAGNÓSTICO PRECISO
Neuroblastoma, Nefroblastoma e Mais: Padrões Clínicos e Diagnóstico Diferencial
Do Exame Clínico ao Diagnóstico: Como Identificar Tumores de Células Germinativas em Crianças?
Discussão de Casos Clínicos
Caso 1: Lactente com massa abdominal palpável – diagnóstico diferencial entre neuroblastoma e nefroblastoma
Caso 2: Adolescente com dor pélvica e massa anexial – abordagem oncológica
15 DE MAIO | QUINTA-FEIRA
Sala 3
16:30-18:00
POLÍTICAS PÚBLICAS
ESTRATÉGIAS INTEGRADAS PARA GARANTIR EQUIDADE E SUSTENTABILIDADE NA ONCOLOGIA PEDIÁTRICA
Pesquisa Clínica como ferramenta e equidade: democratizando o acesso ao tratamento
Que protocolo ou regime temos que seguir? Protocolo Único ou Adaptações regionais? Um caminho para a coerência e flexibilidade
Indústria e Oncologia Pediátrica: Parcerias para Acesso e sustentabilidade
Perguntas e respostas (Q&A)
ESTRATÉGIAS INTEGRADAS PARA GARANTIR EQUIDADE E SUSTENTABILIDADE NA ONCOLOGIA PEDIÁTRICA
Pesquisa Clínica como ferramenta e equidade: democratizando o acesso ao tratamento
Que protocolo ou regime temos que seguir? Protocolo Único ou Adaptações regionais? Um caminho para a coerência e flexibilidade
Indústria e Oncologia Pediátrica: Parcerias para Acesso e sustentabilidade
Perguntas e respostas (Q&A)
16 DE MAIO | SEXTA-FEIRA
Sala 4
11:30-13:00
EFEITOS TARDIOS
SOBREVIVENTES DO CÂNCER INFANTIL: DESAFIOS E SOLUÇÕES PARA UM CUIDADO SUSTENTÁVEL E INTEGRADO A LONGO PRAZO
Sobrevivência ao câncer infantil: efeitos tardios na saúde, triagem baseada em risco e otimização da prestação de cuidados
Modelos de cuidados de sobrevivência e sua aplicação global
Barreiras na transição do cuidado do sobrevivente do câncer infanto-juvenil no Brasil
Caderneta de Acompanhamento Integrado: Facilitando a Continuidade do Cuidado Oncológico no SUS
Perguntas e respostas (Q&A)
SOBREVIVENTES DO CÂNCER INFANTIL: DESAFIOS E SOLUÇÕES PARA UM CUIDADO SUSTENTÁVEL E INTEGRADO A LONGO PRAZO
Sobrevivência ao câncer infantil: efeitos tardios na saúde, triagem baseada em risco e otimização da prestação de cuidados
Modelos de cuidados de sobrevivência e sua aplicação global
Barreiras na transição do cuidado do sobrevivente do câncer infanto-juvenil no Brasil
Caderneta de Acompanhamento Integrado: Facilitando a Continuidade do Cuidado Oncológico no SUS
Perguntas e respostas (Q&A)
Sala 5
16:30-18:00
POLÍTICAS PÚBLICAS
EQUIDADE NO TRATAMENTO ONCOLÓGICO PEDIÁTRICO: SUPERANDO DESAFIOS REGIONAIS NO BRASIL
Panorama Nacional: Impressões do Cenário de Oncologia Pediátrica por Estado
Integração e Cooperação para reduzir desigualdades
Atores da mudança. Construindo Juntos: o Papel de Cada Setor na Revolução da Oncologia Pediátrica
Perguntas e respostas (Q&A)
EQUIDADE NO TRATAMENTO ONCOLÓGICO PEDIÁTRICO: SUPERANDO DESAFIOS REGIONAIS NO BRASIL
Panorama Nacional: Impressões do Cenário de Oncologia Pediátrica por Estado
Integração e Cooperação para reduzir desigualdades
Atores da mudança. Construindo Juntos: o Papel de Cada Setor na Revolução da Oncologia Pediátrica
Perguntas e respostas (Q&A)
Realização

Organização

Agência de Turismo

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